Seis dias seguidos de trabalho para apenas um dia de descanso. Essa é a realidade de cerca de 75% dos trabalhadores contratados pelo regime da CLT no Brasil, segundo levantamentos do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (DIEESE). Ainda assim, correntes do setor produtivo e da classe política tentam classificar a exigência de dois dias de folga semanais como uma medida radical.
Existe uma máxima popular que sintetiza a mentalidade sobre o mercado de trabalho nacional: “Quer descansar? Trabalhe menos”. O impasse é que milhões de brasileiros já cumprem jornadas tão extensas e exaustivas que a própria ideia de repouso se tornou um privilégio inacessível.
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