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Sessão do Supremo Tribunal Federal é marcada por tom irônico ao comentar volume de trabalho e decretação de prisões.
Durante a sessão de julgamento da Petição 16.662 no Supremo Tribunal Federal (STF), o ministro Flávio Dino dirigiu-se ao presidente da Corte, ministro Edson Fachin, utilizando um tom abertamente irônico para retratar a rotina de trabalho na Corte. Ao mencionar um vídeo do humorista Fábio Porchat, Dino justificou seu atraso para a sessão afirmando ter passado o tempo decretando prisões e lidando com o excesso de petições dirigidas ao seu gabinete.
Em sua fala, o ministro afirmou que o conteúdo do vídeo do humorista — focado nas atribuições e pressões vivenciadas por jornalistas — aplicava-se perfeitamente à rotina enfrentada pelos magistrados do tribunal. O ministro Edson Fachin reagiu ponderando que não teve oportunidade de assistir ao conteúdo por estar ocupado com a análise dos ofícios recebidos, ao passo que Dino reforçou a ironia sobre a rotina de trabalho na Corte..

