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Rio de Janeiro 27 de agosto de 2026.
Pouso mal-sucedido mobilizou equipes de emergência e levou ao desvio de voos para o Galeão; apesar do susto, não houve feridos, mas reflexos atingem a malha aérea nacional
O Aeroporto Santos Dumont, na região central da capital fluminense, teve suas operações de pouso e decolagem completamente paralisadas na tarde desta quinta-feira. A suspensão dos voos ocorreu após uma aeronave derrapar na pista no momento do pouso.
O incidente acionou imediatamente o protocolo de emergência do terminal. Brigadas de resgate, bombeiros aeroportuários e equipes de solo se deslocaram para a pista principal para prestar assistência às vítimas, isolar a área e iniciar os trabalhos de inspeção. De acordo com as primeiras informações, todos os passageiros e tripulantes foram desembarcados em segurança e não há registro de feridos.
Por razões de segurança operacionais e regulatórias, a pista precisou ser totalmente fechada para a remoção da aeronave e para a perícia técnica, desencadeando um “efeito dominó” no tráfego aéreo do país.
Reflexos na malha aérea e desvios para o Galeão
A interdição no Santos Dumont provocou reações imediatas na malha de voos regional e nacional. Diversos voos que se aproximavam da capital carioca precisaram alternar suas rotas no ar, sendo redirecionados majoritariamente para o Aeroporto Internacional Tom Jobim (Galeão), na Zona Norte do Rio.
No saguão do Santos Dumont, a situação gerou longas filas e apreensão. Os painéis de partidas e chegadas rapidamente exibiram dezenas de voos atrasados e cancelados, afetando principalmente a movimentada ponte aérea Rio-São Paulo.
Investigação e remoção
Equipes de engenharia e manutenção trabalham para realizar a remoção da aeronave com o uso de equipamentos operacionais específicos. A liberação da pista só acontecerá após a limpeza total do trecho atingido e a garantia de que a aderência do asfalto não foi comprometida.
Investigadores do CENIPA (Centro de Investigação e Prevenção de Acidentes Aeronáuticos) já foram acionados para apurar as causas exatas do Incidente. A perícia irá analisar fatores como:
- As condições meteorológicas e de vento no momento do pouso;
- O estado de conservação e escoamento de água da pista;
- Os dados de telemetria da aeronave (caixas-pretas e comandos).
As companhias aéreas recomendam que os clientes utilizem prioritariamente os aplicativos, sites oficiais ou centrais de atendimento telefônico para remarcar as passagens e evitar aglomerações desnecessárias no terminal.
Fonte UOL .

