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A noite que deveria ser de celebração e festa na Neo Química Arena terminou em vaias estrondosas e revolta nas arquibancadas. O atacante holandês Memphis Depay viveu o seu pior momento desde que vestiu a camisa do Corinthians ao isolar uma cobrança de pênalti nos acréscimos do segundo tempo, decretando a eliminação do Timão nas quartas de final da CONMEBOL Libertadores diante do Estudiantes.
Destaques da Partida
- Silêncio em Itaquera: O time argentino abriu o placar aos 41 minutos da etapa final com um gol de Alexis Castro, colocando o Estudiantes em vantagem de 2 a 1 no placar agregado.
- A Chance do Resgate: Já nos acréscimos, aos 90+11′, o VAR assinalou penalidade máxima para o Corinthians após toque de mão do defensor argentino Tomás Palacios.
- Isolou: Memphis Depay assumiu a responsabilidade da cobrança, mas mandou a bola muito acima do travessão, selando o placar em 1 a 0 para os visitantes.
A Revolta da Fiel
Ao apito final, a insatisfação tomou conta da Neo Química Arena. O holandês foi o principal alvo das críticas da torcida, saindo de campo debaixo de vaias e gritos de “pipoqueiro”. Reportagens dos portais GE e Lance! destacaram a fúria dos torcedores nas arquibancadas e nos arredores do estádio após o apito final.
Nota Editorial: Portal Arena Remix
A ilusão do futebol midiático cobra o seu preço em dólar e euro. Trazer um nome de impacto internacional faz bonito no departamento de marketing, enche o aeroporto no dia da chegada e engaja milhões de seguidores nas redes sociais. Só que a Libertadores não se joga com status — exige frieza, raça e, acima de tudo, eficiência nos momentos decisivos.
Colocar a bola no calcanhar na hora do aquecimento é fácil; difícil é manter a cabeça no lugar quando o relógio marca 50 minutos do segundo tempo e o estádio inteiro prende a respiração. Memphis pipocou no lance mais importante da temporada alvinegra. Quando o Corinthians mais precisou de um astro europeu para assumir o protagonismo, o que se viu foi um chute afobado sem rumo. O futebol sul-americano é cascudo e implacável: quem não aguenta a pressão vira meme e sai vaiado.

