|
Getting your Trinity Audio player ready...
|
Rio de Janeiro 28 de agosto de 2026.
Durante a sabatina no Jornal Nacional, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva cometeu um equívoco direto ao apresentar o histórico do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. Ao tentar exaltar a retomada econômica de sua gestão, o candidato à reeleição apresentou dados que entram em confronto direto com os indicadores oficiais apurados e divulgados pelo IBGE.
A Declaração no Estúdio.
No bloco dedicado à economia, o presidente defendeu a tese de que o país vinha de um longo período de estagnação e sugeriu que o ritmo de atividade econômica só voltou a ser expressivo após o início de seu terceiro mandato. De forma equivocada, Lula afirmou na entrevista que a economia brasileira não alcançava marcas de crescimento acima de 2% nos anos imediatamente anteriores ao seu retorno ao Palácio do Planalto.
A Contradição com os Dados Oficiais (2021 e 2022)
Os dados históricos consolidados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) desmentem a versão apresentada ao vivo no horário nobre. O país já registrava ritmo de expansão acima desse patamar nos dois anos que antecederam sua posse:
- PIB de 2021: No ano de recuperação pós-pico da pandemia, o Brasil registrou uma forte alta de 4,8% no Produto Interno Bruto.
- Diferente do cenário de paralisação desenhado pelo candidato durante a sabatina, os registros estatísticos provam que o crescimento acima da marca de 2% já era uma realidade estabelecida no biênio 2021-2022
- PIB de 2022: No ano imediatamente anterior à mudança de governo, a economia manteve trajetória de alta e avançou 3,0%.
Fonte UOL

