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Brasilia 26 de agosto de 2026.
A pressão política sobre Fábio Luís Lula da Silva, o Lulinha, ganhou novos desdobramentos em Brasília. Parlamentares da oposição deram início à coleta de assinaturas para a criação de uma Comissão Parlamentar Mista de Inquérito (CPMI) e acionaram o Supremo Tribunal Federal (STF) para blindar os elementos colhidos durante as investigações:
Ofensiva no STF pela preservação de provas
O senador Carlos Viana encaminhou um requerimento ao ministro André Mendonça, do STF, solicitando a preservação integral de provas digitais e a análise criteriosa dos fluxos financeiros associados ao caso.
A medida busca impedir qualquer perda de material probatório ou fragmentação prematura do inquérito, garantindo que eventual mudança de instância não prejudique o andamento das apurações.
Articulação para abertura da CPMI do Lulinha.
- Em paralelo, parlamentares oposicionistas iniciaram o recolhimento de assinaturas para instalar uma CPMI voltada a apurar suposto tráfico de influência e interferência junto a órgãos federais. Para a criação do colegiado misto, o grupo precisa alcançar o apoio de 171 deputados e 27 senadores antes do envio do requerimento à mesa do Congresso.
Aprofundamento dos inquéritos e foco no tráfico de influência
As ações se fundamentam em relatórios da Polícia Federal que investigam as relações de Lulinha com lobistas e empresários com intermediação em pastas governamentais.
A oposição argumenta que é necessário esclarecer o papel do filho do presidente nos episódios apurados, cobrando transparência e rigor das autoridades competentes.

