Entre as principais táticas, destaca-se o uso de Inteligência Artificial, aplicada na criação de textos, imagens e vídeos personalizados para públicos específicos. Essa tecnologia também permite o monitoramento em tempo real das tendências e sentimentos dos eleitores.
O WhatsApp consolidou-se como ferramenta de mobilização em massa, com atendimento automatizado e segmentação de grupos por temas como saúde, educação e segurança. Além disso, possibilita pesquisas rápidas de opinião, ajustando mensagens de campanha diariamente.
O uso de Big Data tornou-se essencial: milhões de interações em redes sociais são analisadas para identificar preocupações locais e ajustar discursos conforme o comportamento do eleitorado.
O TSE estabeleceu regras rígidas para conter abusos, proibindo deepfakes e exigindo rotulagem clara em conteúdos sintéticos. Também promoveu acordos de integridade com partidos e plataformas digitais.
No ranking de gastos, o PT lidera os investimentos em anúncios digitais, reforçando a imagem de Lula e seus aliados. O Republicanos aparece em segundo lugar, apostando em nomes como Tarcísio de Freitas e André Português. Já o PL, partido de Flávio Bolsonaro, ocupa a terceira posição, mantendo protagonismo, mas com menor aporte financeiro.
Entre os riscos e desafios, destacam-se a proliferação de fake news geradas por IA, o excesso de segmentação que pode criar bolhas informacionais e a dependência das campanhas em relação às plataformas privadas.
“PT lidera gastos com anúncios no Facebook e Instagram; Republicanos é o 2º e PL ocupa a 3ª posição — veja onde vai o dinheiro dos seus impostos”

